Nhoquegate e dias intensos do Michel Dromed

Nhoquegate


Tô aqui na escola conversando sobre um restaurante vegetariano que tem na rua ao lado e sobre minha vontade de visitá-lo. Uma professora disse que é ótimo:- Primeira vez que comi um nhoque sem molho de carne, só tinha molho de tomate e uns tomatinhos cereja pra acompanhar, uma delícia!- O preço é justo?- Sim, esse inhoque tem trezentos gramas, é pra uma pessoa só, paguei 30 reais, achei super barato! Perdi a fome, séloko.

(Diário de um jornalista ébrio – fragmentos – Michel Dromed, 2018®.)


Dias intensos


Passei quase uma semana no rj e foram dias incríveis. Revi meus amigos e amigas favoritos, fiz novos, cozinhei e cozinharam pra mim. Dividimos tarefas. Quem cozinha não lava louça, é a regra. Olha, comemos bem, bebemos idem.Presenciei um arrastão, cu na mão. Fui em boas festas e paguei bons valores. Dei muita risada e também fiz rir.
Showzão da Karol Conká 0800, seguido de uma festa surreal num pier de pedra, sem banheiro, onde todos e todas tinham que mijar na beira do precipício com onda batendo na pedra. Agora tô aqui na Dutra voltando pra SP, ficamos travados em dois acidentes, chegarei com metrô fechado e dormirei na estação até ele abrir. Ser feliz é foda! (e tem Nação Zumbi de graça amanhã no Sesc Itaquera, ainda)

(Diário de um jornalista ébrio – fragmentos – Michel Dromed, 2018®.)



Michel Simão Pereira, ou Michel Dromed, 39 anos, é paulista de Ferraz de Vasconcelos, município da grande São Paulo. É jornalista formado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Tem curso de Design Gráfico Editorial do SENAI – São Paulo. Fez estágio em jornalismo no Jornal Atual de Itaguaí. Criou para o Facebook a coluna Diário de um jornalista ébrio – fragmentos, que publicamos nesta Rapsódia Brasileira.

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